Rádio Extraclassse Kolping

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Como escolher uma boa universidade?

Por: Colégio Opção

Acerte na escolha

Confira um roteiro passo a passo com os aspectos que você deve levar em consideração na hora de decidir onde estudar
Mesmo que o seu futuro profissional não dependa exclusivamente da instituição que irá emitir o seu diploma, ao estudar em uma escola de qualidade você garante um aprendizado de primeira e ainda pode apresentar um currículo que será bem apreciado no mercado de trabalho. Confira a seguir um guia prático com os cinco principais aspectos a serem levados em conta no momento de decidir qual faculdade será responsável por sua formação.

Visite o campus

Você não decide namorar uma pessoa que conheceu pela internet sem antes vê-la pessoalmente, não é verdade? Pois, para escolher a escola, a lógica é a mesma. Mesmo que você já tenha ouvido falar bem da instituição e conferido o site, nada substitui uma visita in loco.

Verifique, por exemplo, se a escola realiza atividades como simpósios e congressos, se o centro acadêmico é ativo e, no caso das universidades, se há integração com outros cursos ou departamentos. Aproveite a visita para conversar com os alunos veteranos e saber o que eles acham dos professores e do projeto pedagógico do curso.

Conheça as instalações

Embora cada curso tenha suas necessidades específicas em termos de instalações, todos eles dependem de alguma forma da qualidade de sua infra-estrutura.

Os cursos de exatas, especialmente os de Engenharia, não podem prescindir de laboratórios modernos, que possuam aparelhos similares aos utilizados pelas empresas do setor.

Nos cursos de biológicas, em que as pesquisas predominam, laboratórios bem equipados são fundamentais, e, nas graduações na área de saúde, a qualidade das clínicas e dos hospitais-escola faz toda a diferença. Já os cursos de comunicação e artes precisam manter estúdios e ateliês que dêem suporte para a criação dos alunos, enquanto os estudantes de Administração, Direito e Engenharia devem dispor de uma empresa júnior bastante ativa.

Em comum, todos eles precisam manter laboratórios de informática, com computadores em quantidade e qualidade suficientes para os estudantes realizarem suas tarefas, e bibliotecas que possuam um acervo completo.

Cheque a qualificação dos docentes

Se a escola não contar com professores de alto nível, de pouco adiantará ter os mais modernos laboratórios. Um bom sinal da qualidade do corpo docente é a sua titulação. Verifique a porcentagem de mestres e doutores que a instituição possui.

Cursos como Ciências Biomédicas, Ciência da Computação e Engenharia de Materiais, por exemplo, ficam prejudicados se a grande maioria de seus professores não tiver o título de doutor. Como as inovações nessas áreas ocorrem de forma muito acelerada, o doutorado é um bom indicativo de que os professores estão por dentro das principais pesquisas realizadas e são capazes de trazer essas novidades para a sala de aula.

Por outro lado, em carreiras como Administração, Ciências Contábeis e nas de comunicação em geral, a experiência do professor no mercado de trabalho conta bastante.

Confira o projeto pedagógico

Geralmente, um currículo de qualidade é aquele que acompanha as tendências da carreira e abrange várias disciplinas. Mesmo as graduações que oferecem uma formação mais generalista costumam ter uma série de disciplinas optativas que ajudam a diversificar a grade curricular e incorporar as novas tendências da profissão. Outro ponto fundamental é saber quanto o currículo contribui para sua formação geral, independentemente da área.

Mas a qualidade do projeto pedagógico não depende apenas da grade curricular. Palestras e seminários com profissionais conceituados na área e visitas organizadas a empresas dão ao aluno uma primeira impressão do mercado de trabalho. Verifique também se a escola mantém boas parcerias que facilitem o ingresso dos estudantes em programas de estágio.

Constate a eficiência das pesquisas

Uma escola que oferece cursos de mestrado e doutorado traz diversos benefícios aos alunos da graduação. Como, em geral, os mesmos professores que lecionam na pós dão aula na graduação, o docente consegue trazer para a sala de aula as pesquisas mais recentes na área.

Para conseguir o título de mestre ou doutor, o pós-graduando precisa desenvolver um projeto de pesquisa, que, na maioria das vezes, acaba contando com a colaboração de bolsistas de iniciação científica vindos dos cursos de graduação.

Fonte:http://www.mundovestibular.com.br/articles/1419/1/Como-escolher-uma-boa-universidade/Paacutegina1.html

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

FIOCRUZ CRIA PRIMEIRA VACINA VEGETAL CONTRA A FEBRE AMARELA



Fiocruz cria primeira vacina vegetal contra a febre amarela
A febre amarela, que há muito tempo estava erradicada, volta a assustar. Só no Brasil o número de casos aumentou consideravelmente e a novidade é que o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Biomanguinhos/Fiocruz), unidade da Fundação que é referência  na produção de vacinas, reativos e biofármacos, deu um importante passo para o desenvolvimento de uma nova vacina contra a febre amarela no Brasil. Acaba de ser assinado um acordo de  cooperação com uma empresa americana para produzir um novo imunizante contra a doença, ainda mais seguro e eficaz, com baixo índice de reações ou eventos adversos nos pacientes.
Alinhado às mais recentes tendências mundiais do setor, o novo imunobiológico será desenvolvido por meio de plataforma vegetal. Biomanguinhos/Fiocruz – reconhecido internacionalmente como fabricante da vacina contra a febre amarela, já exportada para cerca de 70 países – atua em diversas linhas de pesquisa relacionadas à inovação em imunobiológicos. Os esforços recentes na área acadêmica e na indústria têm se concentrado na obtenção de vacinas de subunidade recombinante, com menor incidência de efeitos colaterais.
História da febre amarela
Os flavivírus causam duas doenças importantes: a dengue e a febre amarela. A origem do vírus causador da febre amarela ainda é desconhecida. Acredita-se que a doença tenha vindo da África Ocidental e das Antilhas. Em 1700, a febre amarela já estava na Europa, e foi na Península Ibérica que se deu a primeira epidemia da doença no continente, provocando 10 mil mortes, em 1714. No ano de 1804, 20 mil pessoas foram vítimas da febre amarela em Cartagena.
A primeira epidemia na América do Sul aconteceu em 1648. Já a primeira manifestação da doença no Brasil foi em 1685, em Pernambuco. O Aedes aegypti veio da África nos navios negreiros e trouxe junto a febre amarela. Durante os dois séculos seguintes houve várias epidemias no continente americano e na Europa. Houve uma epidemia muito importante na Filadélfia em 1793 e outra no vale do Mississipi (Estados Unidos) em 1878, ambas com muitas mortes. Várias medidas sanitárias, principalmente em relação ao fornecimento de água, diminuíram a transmissão da doença antes de se saber que era causada por um vírus e que seu transmissor era um mosquito. Somente em 1900 ficou demonstrado o papel do Aedes na transmissão da doença e só em 1928 foi confirmado que a febre amarela era causada por um vírus. Em 1930, Theiler desenvolveu uma vacina com o vírus atenuado. Por essa descoberta, ele recebeu o Prêmio Nobel.
A febre amarela costuma atingir a África subsaariana e a América do Sul, mas via Aedes aegypti pode atingir outras partes do mundo, incluindo Ásia e sul dos Estados Unidos. A transmissão urbana da doença ocorre através do mosquito, que depois de picar uma pessoa contaminada transmite o vírus em suas novas picadas. No século XX houve várias epidemias na África, estimando-se em torno de 1.000.000 de mortes. Nas epidemias, a incidência chega a 30/1000 e a letalidade (proporção de mortes entre os pacientes que apresentam a doença) varia de 20% a 50%.
A diminuição das epidemias nos últimos anos se deve provavelmente a alterações no ciclo do vírus, à imunidade adquirida nas últimas epidemias e às campanhas de vacinação nas áreas mais afetadas. Na América do Sul, a bacia do Orenoco e a Floresta Amazônica são as áreas de maior transmissão. Os mosquitos picam os macacos e a doença segue o fluxo dos animais levando o vírus às populações suscetíveis.
O maior número de casos ocorre entre janeiro e março, entre homens de 15 a 45 anos que são picados por mosquitos infectados enquanto executam atividades na floresta ou perto delas. Nessa época, há um aumento da quantidade do mosquito transmissor e maior atividade agrícola, o que leva ao deslocamento de um número maior de pessoas às áreas com risco de transmissão. A última epidemia urbana de febre amarela no continente americano aconteceu em Trinidad Tobago em 1954, mas a disseminação do Aedes aegypti nas últimas décadas faz com que aumente o risco de futuras epidemias, principalmente nas cidades próximas às florestas tropicais.
O Aedes já teve um papel político importante na determinação da principal cidade do Estado de São Paulo. A febre amarela foi introduzida pelo Porto de Santos em 1850, assolando os centros urbanos da baixada litorânea. No verão de 1889 a doença invadiu a cidade de Campinas (a porta da cafeicultura do planalto) e também provocou uma grande epidemia na cidade de Santos.
Admite-se que esta epidemia tenha contribuído para um decréscimo real das populações atingidas. Adolfo Lutz, em suas reminiscências sobre a febre amarela, calculou em três quartos a população que deixou Campinas em direção a outras cidades, fugindo da febre amarela. Esse fato foi fundamental para colocar a cidade de São Paulo como principal cidade do Estado em contraposição à Campinas. Entretanto, o Aedes se adapta bem a ambientes hostis e hoje em dia é bastante comum na cidade de São Paulo.

Exercícios aeróbicos aumentam o hipocampo, melhorando a memória dos adultos mais velhos

Novo experimento controlado revela mais sobre como a atividade aeróbica pode ajudar a fortalecer o cérebro
por Katherine Harmon
Imagem cortesia da iStockphoto/Fotosmurf03Fotosmurf03
Muitos estudos associam exercícios físicos a uma melhor saúde cerebral em idades mais avançadas. Agora, um novo experimento revela mais sobre como a atividade aeróbica pode ajudar a fortalecer o cérebro ao reforçar o hipocampo.

Conforme envelhecemos, partes do cérebro tendem a encolher – mesmo na ausência de doenças neurocognitivas como demência ou Alzheimer. A nova pesquisa mostra que pelo menos algumas partes do cérebro podem ser poupadas da atrofia – e até fortalecidas – por meio de atividade física em quantidades relativamente modestas em uma idade mais avançada. As descobertas foram publicadas online no dia 31 de janeiro no Proceedings of the National Academy of Sciences e podem ter implicações na prevenção da deterioração da memória no segmento da população mais velha nos Estados Unidos, que não para de crescer.

O grupo de pesquisadores descobriu que adultos com idade entre 55 e 80 anos que caminharam por 40 minutos três vezes por semana durante um ano, aumentaram o volume do seu hipocampo, a região do cérebro ligada a memória e raciocínio espacial. Os adultos mais velhos designados para uma rotina de alongamentos não apresentaram nenhum aumento do hipocampo.

Os 120 adultos recrutados para o estudo, anteriormente sedentários, ainda não apresentavam demência diagnosticável, mas estavam sofrendo a redução típica do hipocampo associada à idade, conforme ressonâncias magnéticas feitas antes do estudo. “Consideramos que a atrofia do hipocampo em idade mais avançada é quase inevitável”, afirmou Kirk Erickson, um professor de psicologia da University of Pittsburgh e co-autor do novo estudo. “Mas agora demonstramos que mesmo exercício moderado por um ano pode aumentar o tamanho dessa estrutura”.

O crescimento do hipocampo foi modesto, sendo de 2,12% no hipocampo esquerdo e de 1,97% no hipocampo direito, o que efetivamente, em termos de volume, faz o relógio voltar um ou dois anos no tempo. O grupo que apenas fez alongamentos, por outro lado, continuou experimentando a redução em linha com as perdas esperadas associadas à idade, perdendo em média 1,40% e 1,43% do volume dos hipocampos esquerdo e direito, respectivamente.

Quando submetidos a um teste de memória espacial computadorizado, tanto os sujeitos do grupo de caminhada quanto do alongamento melhoraram. Mas aqueles que estavam em melhor forma no início do estudo – e, portanto, também tendiam a ter um hipocampo maior – se saíram melhor nos testes de memória, sugerindo que “o maior volume do hipocampo após a interferência dos exercícios deveria se traduzir em melhor funcionamento da memória”, observaram os pesquisadores responsáveis pelo novo trabalho. E eles de fato descobriram que, para aqueles no grupo da caminhada, o crescimento no hipocampo esteve relacionado a melhores pontuações no teste de memória.
Apesar de descobertas quase diárias a respeito da impressionante plasticidade do cérebro, especialmente sua habilidade de mudar para compensar áreas danificadas, as novas descobertas mostram que, mesmo em idade relativamente avançada, “o cérebro nessa etapa permanece modificável” – mesmo em áreas estruturais chave, afirmou Erickson.

Além do aumento do tamanho do hipocampo, o grupo que fez exercícios aeróbicos também tendeu a ter um nível maior do Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro [brain-derived neurotrophic factor] (BDNF), um composto que é associado a um maior hipocampo e melhor memória. Os pesquisadores não observaram nenhuma mudança no tálamo ou no núcleo caudado, duas outras partes do cérebro que estão ligadas ao senso espacial e a memória, respectivamente. Como somente o hipocampo pareceu ser afetado pela rotina de exercícios aeróbicos, os pesquisadores concluíram que a atividade pode agir especificamente em certas vias moleculares para estimular “proliferação celular ou ramificação de dendritos”, eles escreveram.

Os resultados do estudo deveriam ajudar a desenvolver um entendimento mais profundo dos exatos mecanismos biológicos que estão em jogo. As descobertas também sustentam a ideia de que, embora estar em melhor forma desde o início tenha ligação com uma melhor memória, “começar uma rotina de exercícios mais tarde na vida não é inútil, tanto para melhorar a cognição quanto para aumentar o volume do cérebro”, os pesquisadores concluíram. E embora o alongamento possa ser bom para a flexibilidade física e tranqüilidade, os exercícios aeróbicos parecem ser o melhor para a agilidade mental.

Fumaça Radioativa


A indústria do tabaco sabe há décadas como remover isótopo perigoso dos cigarros, mas se omite. Agora, o governo americano pode forçar uma mudança de comportamento nesta área. No Brasil mortes por tabagismo somam 552 vítimas a cada dia



por Brianna Rego
Em novembro de 2006, a morte do ex-agente da kgb alexander litvinenko em um hospital de Londres tinha todas as marcas de um assassinato da Guerra Fria. Apesar da intriga, o veneno que o matou, um isótopo radioativo raro, o polônio-210, é bem mais difundido que imaginamos: pessoas no mundo todo fumam quase 6 trilhões de cigarros por ano, e cada um deles manda uma pequena quantidade desse elemento para os pulmões. Tragada a tragada, o veneno se acumula em quantidade equivalente a 300 raios X de tórax por ano para uma pessoa que fuma um maço e meio por dia.

Apesar de o polônio não ser o principal carcinógeno na fumaça do cigarro, pode causar milhares de mortes por ano apenas nos Estados Unidos. E o que o diferencia é que essas mortes poderiam ser evitadas por medidas simples. A indústria do tabaco sabe da presença do polônio nos cigarros há quase 50 anos. Pesquisando os documentos internos da indústria tabagista, descobri que os fabricantes até desenvolveram processos que cortariam dramaticamente as concentrações desse isótopo. Mas escolheram conscientemente não tomar qualquer iniciativa e manter as pesquisas em segredo. Consequentemente, os cigarros contêm tanto polônio hoje quanto há meio século.

Mas esta situação pode estar a ponto de mudar. Em junho de 2009, o presidente americano, Barack Obama, assinou a Lei de Prevenção ao Fumo em Família e Controle do Tabaco. A legislação traz pela primeira vez o tabaco para a jurisdição da Food and Drug Administration (FDA), permitindo à agência regular certos componentes dos cigarros. Forçar a indústria a finalmente remover o polônio seria uma das maneiras mais diretas de torná-los menos mortíferos.

A primeira pista de que o polônio-210 estava chegando aos pulmões dos fumantes veio quase por acaso. No início da década de 60, os efeitos da radiação na saúde, e em particular do decaimento radioativo, estavam presentes na mente dos cientistas – assim como na da maioria das outras pessoas. Na época, a radioquímica Vilma R. Hunt e seus colegas da Harvard School of Public Health desenvolviam uma técnica para medir níveis muito baixos de rádio e polônio, os dois elementos descobertos por Pierre e Marie Curie em 1898. Ela conta que, em um dia de 1964, estava passando os olhos pelo laboratório quando eles pousaram nas cinzas do cigarro de um colega. Por curiosidade, ela decidiu testar as cinzas com sua nova técnica.

Quando Vilma observou os resultados, ficou surpresa por não encontrar sinais de polônio. Concentrações residuais de isótopos radioativos são comuns no ambiente e contribuem para a radiação de fundo natural. Nenhum outro material orgânico, incluindo as plantas, dera um resultado negativo para o polônio na presença do rádio. Mas na temperatura do tabaco em brasa, o polônio se transforma em vapor. Então, ela subitamente percebeu que o polônio que faltava deveria ter virado fumaça! E isso significava que os fumantes o inalariam diretamente para os pulmões.


Confira o restante da matéria no site: http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/fumaca_radioativa.html


Brianna Rego Brianna Rego nasceu em Antígua, Guatemala, cresceu em Idaho e é estudante de história da ciência da Stanford University. Um artigo publicado por ela em 2009 sobre a pesquisa da indústria do tabaco sobre o polônio – parte de sua tese de doutorado – foi distribuído a membros do Congresso do Centro Nacional por Crianças Livres do Tabaco para ajudar na aprovação de importante legislação sobre o fumo.

Macetes de Química


Por: Jones

Metais Alcalinos

Uso: Para lembrar elementos da tabela periódica da família dos alcalinos: Li, Na, K,Rb,Cs,Fr
Macete: "Li Na Kartilha Robinson Crusoé Francê = Li, Na, K,Rb,Cs,Fr"

Metais Alcalinos Terrosos

Uso: Para lembrar a familia dos alcalinos terrosos: B, Mg, Ca, Sr, Ba, Ra
Macete: "Bela Magrela Casou-se com o Senhor BaRão = B, Mg, Ca, Sr, Ba, Ra"

Elementos da Tabela Periódica

NOME DOS COMPOSTOS QUIMICOS (Familia 1a à 8a)
1A - LiNaK Robou Césio da França
Li- lítio, Na - sódio, K - potássio, Rb -rubídio, Cs - césio, Fr - francio

2A - Bela e Magnifica Casa do Sr BaRao
Be - berilio, Mg - magnesio, Ca - calcio, Sr - estroncio, Ba - bario, Ra -radio

3A - Belas Alunas Galinhas Indo Telefonar
B - boro, Al - aluminio, Ga - galio, In - indio, Tl-telurio

4A - Casou Silicia Germana com Senador Paraibano ou Como a Simone Gerimunda Somente Pela Bunda!C - Carbono, Si - Silicio, Ge - germanio, Sn - estanho, Pb - chumbo

5A - Nossos Pais Assam Saborosos Bifes
N - nitrogenio, P - fosforo, As - astato, Sb-antimonio, Bi - bismuto

6A - Os Sete Poloneses
O - oxigenio, S - enxofre, Se - selenio, Te - telurio, Po- polonio

7A - Fiat Claro Branco Inteiramente Atolado ou Foi Clóvis Bornai que Incendiou Atenas!
F - fluor , Cl - cloro, Br - bromo, I - iodo, At - astato

8A - Helio Nem Argumentou Kravou Xereca da Rainha ou Helio Negou Armas de Kriptonita ao Xerife Radonio
He - helio, Ne - neonio, Ar - argonio, Kr - kriptonio, Xe - xenonio, Rd - radonio

Tabela de Linus Pauling

Uso: Para gravar a ordem da tabela de Linus Pauling: S, P, D, F:
Macete:  Sapo Pula Dando Facadas,
                Sebastião Pereira De Freitas,
                Sepultura Para Defunto Fresco (novo)

Nomenclatura para Oxiácidos

Oxiácidos são ácidos que possuem oxigênio

* Ácido + prefixo + Nome do Elemento + sufixo

NOX                     PREFIXO               SUFIXO

+7 -------                  per             ---      ico
+6, +5     ----            ñ tem               --  ico
+4, +3           ---       ñ tem                 --oso
+1 , +2               ---  hipo                  ---oso 

Óxidos Anfoteros

Ordem: Sn As Al Pb Be Fe Zn Sb Mn Cr
Macete: SeNdo ASsim ALguém Passou GEl BEm FEdorentoZNho SoBre MiNha CaReca


Nomenclatura de Ácidos

Uso: Nomenclatura de acidos, troca-se ISO por OSO, ATO por ICO e ETO por IDRICO.
Macete: mosquITO teimOSO, te mATO te pICO, te mETO no vIDRICO

Principais ácidos terminados em ICO.

Você precisa primeiro escrever isso: N, C, B, Cl, S, P Si. Para isso, use a frase: "Não Como Bolo Claro, Só Pão Sírio". Depois disso, complete a tabela com a frase: "Hidrogênio: 1, 2, 3, 1, 2, 3, 4 e Oxigênio: 3, 3, 3, 3, 4, 4, 4!" E escreva enquanto fala e vá completando a tabelas.

Para Hidrogênio, escreva do lado esquerdo, de cima para baixo. Para Oxigênio, escreva do lado direito, também de cima para baixo. No fim, você terá os ácidos. Com um pouco de treino, você monta essa tabela em questão de segundos. Veja como fica:

H1NO3
H2CO3
H3BO3
H1ClO3
H2SO4
H3PO4
H4SiO4 

Isóbaros, Isótonos e Isótopos. 

Isóbaros têm o mesmo número de massa.
isob A ros
Isótonos têm o mesmo número de neutrons.
isoto N os
Isótopos têm o mesmo número de prótons.
isoto P os

Funções Inogârnicas

Quadrinho para Nomenclatura dos ácidos
Terminação do ácido Terminação do Ânion
ídrico  eto
ico  ato
oso  ito

Macete: Bico de Pato, Mosquito Teimoso. O que sobra é IDRÍCO e ETO, que se relacionam.

Bases Nitrogenadas

Nomes das Bases Nitrogenadas: A - T, G - C
Macete: Agnaldo Timoteo e Gal Costa
No DNA: Adenina,Timina,Guanina,Citosina
No RNA: Substitui Timina por Uracila

15 Dicas importantes de Química

Por: Equipe Kzuka

Confira 15 dicas importantes de Química que o Prof. Paulo Silva, do Universitário, mandou pra dar uma força na resolução da prova. 


1. O processo de separação de misturas denominado destilação fracionada separa os componentes da mistura pelos diferentes pontos de ebulição. 



2. Alótropos são substâncias simples derivadas de um meso elemento químico. Por exemplo, os alótropos do elemento carbono: carbono diamante e carbono grafite diferenciam-se pela estrutura cristalina. Os alótropos do oxigênio: gás oxigênio e o gás ozônio diferenciam-se pela atomicidade. 



3. Isótopos são átomos do mesmo elemento (mesmo número atômico) que possuem números de massas diferentes. Hidrogênio, deutério e trítio são os isótopos do elemento hidrogênio. 



4. Numa ligação iônica, os íons mantêm-se unidos através de atrações eletrostáticas. Os compostos iônicos são sólidos, na temperatura ambiente, cristalinos, têm altos pontos de fusão e ebulição e conduzem a corrente elétrica quando fundidos ou em solução aquosa. 



5. A ligação covalente ocorre através de um compartilhamento de pares eletrônicos enquanto que na ligação iônica temos uma transferência de elétrons e os átomos atraem-se eletrostaticamente. 



6. As pontes de hidrogênio são responsáveis pelo aumento anormal do ponto de ebulição da água. Os compostos capazes de formar ligações de hidrogênio normalmente possuem maiores pontos de ebulição e menor volatilidade. 



7. Nos hidrocarbonetos quanto maior a cadeia carbônica, maior o número de interações por forças de van der Waals (forças de London), logo, maior o ponto de ebulição. 



8. Carbono quiral é o carbono saturado por quatro radicais diferentes. Por exemplo, o ácido láctico. A presença deste tipo de carbono na extrutura desencadeia a isomeria óptica. 



9. Para que uma reação ocorra, é necessário que as moléculas colidam entre si, de modo que haja quebra de ligação e formação de novas ligações. É necessário que as moléculas colidam com uma orientação favorável e com energia suficiente. A energia necessária que uma molécula deve possuir chama-se energia de ativação. O complexo ativado é o estágio de máxima energia de uma reação química.
10. A energia de ativação de uma reação
processo. Os catalisadores atuam de forma a diminuí-la, aumentando a velocidade da reação. A faísca elétrica e a chama fornecem a energia suficiente para que as moléculas cheguem à formação do complexo ativado. 


11. A utilização de talheres de prata em alimentos contendo derivados do enxofre, como, por exemplo, ovos e cebola, escurece a prata. 


4Ag(s)+ 2H2S(g)+ O2(g) → 2Ag2S(s) + 2H2O(l)



Para remover a cor escura dos objetos de prata sem eliminar a superfície do metal os íons Ag+ constituintes do sulfeto de prata usamos um redutor. Envolve-se o material de prata em folha de alumínio, e em seguida mergulhamos o material em solução diluída de bicarbonato de sódio. O alumínio - redutor mais forte que a prata - é oxidado a Al+3, enquanto os íons prata são reduzidos a prata metálica, que é novamente Depositada sobre a superfície do metal sem ter havido corrosão. 



Observe a reação que ocorre: 2Al(s) + 3Ag2S(s) → 2Al+3 + 3S-2 + 6Ag(s) 



12. Alguns insetos podem andar sobre a água. Uma lâmina de barbear, se colocada horizontalmente, também flutua na água. Isto deve-se à tensão superficial da água: uma propriedade que faz com o líquido se comporte como se tivesse uma membrana elástica em sua superfície.



13. Solubilidade dos sais: são sempre solúveis: nitratos, compostos de metais alcalinos e amônio; cloretos, brometos e iodetos (exceto os de Ag, Pb e Hg); sulfatos são solúveis, exceto os de Ba, Ca, Pb e Sr; os carbonatos e fosfatos são insolúveis, exceto do grupo 1; os sulfetos são insolúveis, exceto os dos grupos 1 e 2. 



14. Os efeitos coligativos dependem da natureza do solvente (iônico ou molecular) e do número de partículas em solução. Quanto maior o número de partículas: menor a pressão de vapor - menor o ponto de congelamento - maior o ponto de ebulição - maior a pressão osmótica. 



15. Na eletrólise e nas pilhas a oxidação ocorre no ânodo e a redução ocorre no cátodo. 



Na eletrólise os cátions (+) migram para o Cátodo (-) e os Ânions (-) migram para o Ânodo (+). Nas pilhas os sinais do cátodo e ânodo se invertem. Para determinar a ddp da pilha conserve o sinal de quem se reduz (maior valor) e inverta o sinal de quem se oxida (menor valor) e simplesmente some os dois. Se o resultado for positivo a reação é espontânea.Um mol de elétrons movimentam 96500 Coulombs de energia o que equivale a 1 Faraday.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Colégio e Pré-vestibular Kolping COC parabeniza os aprovados na 1ª fase do vestibular UFBA 2011

Parabéns aos alunos:

Ítalo Silva  –  Saúde Coletiva 
José Clecio  –  Engenharia Elétrica 
Iago Correia  –  Ciências da Computação
Vinicius Santana  – Fonoaudiologia 
Giselia Caíres  –  Serviço Social 
Marcos Felipe -  Composição e regência 
Paula Sousa  –  Saúde Coletiva 

Maria Aparecida - Farmácia 
João Manoel Andrade- Farmácia 


O EPA também deseja Muito Sucesso a todos!!


"Um grande sonho não é apenas chegar a algum lugar, e sim, manter-se seguindo a vários lugares!"Eraldo Bispo


Colégio e pré-vestibular Kolping COC:
EM 2010- 55 aprovados nas universidades mais concorridas
EM 2011- O Show de aprovações apenas começou!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O confronto no Rio de Janeiro

A quinta-feira, 25 de novembro de 2010, entrou para a história do Rio de Janeiro como o dia em que a cidade se insurgiu contra o tráfico. Hipnotizada, a população parou para assistir em casa e na rua às cenas de sua guerra particular, transmitidas ao vivo pela televisão. Pela primeira vez na história, veículos militares blindados da Marinha trafegaram pelas vielas de uma favela. Seis tanques de guerra, do mesmo modelo usado no Iraque, e dois veículos anfíbios abriram caminho para a entrada de homens do Bope na Vila Cruzeiro, o principal bunker do Comando Vermelho, maior facção criminosa do Estado. A Vila Cruzeiro, ao lado dos complexos de favelas da Penha e do Alemão, era considerada uma fortaleza inexpugnável, refúgio seguro para bandidos e traficantes. 

Todos assistiram à ação da polícia como se estivessem diante do filme "Tropa de elite", versão 3. A incursão envolveu 510 policiais e 88 fuzileiros navais. Foi uma resposta fulminante e bem coordenada aos atentados terroristas que, ao longo da semana, incendiaram pelo menos 95 veículos nas ruas. A polícia esperava conflito com os traficantes da Vila Cruzeiro, mas o que se viu foram dezenas de bandidos fugindo pela mata, de moto, picape ou a pé, rumo ao Complexo do Alemão. Moradores acenavam com panos, toalhas e lençóis brancos, pedindo paz e ajuda. Na sexta-feira, chegou um reforço com 800 soldados do Exército – e a ocupação dos morros era dada como certa. A dúvida era quando e como seria retomado todo o território em poder dos bandidos.

Estava em jogo ali a confiança do mundo na capacidade do Rio de Janeiro de sediar as Olimpíadas de 2016 e a Copa de 2014. E também o futuro da política de segurança da cidade, em especial de um projeto que, ao menos parcialmente, devolveu nos dois últimos anos a paz a vários pontos da cidade: as Unidades de Polícia Pacificadora, ou UPPs. Formadas por jovens policiais, treinados durante seis meses, as UPPs já retomaram o território de 12 favelas antes dominadas por traficantes. Acompanhadas de ginásios, creches, postos de saúde, bancos, elas tentam garantir a presença do Estado na área. Sua implantação enfrentou seu maior teste no epicentro do tráfico. Com o sucesso nas opeaçãoes, o Rio poderá se tornar um exemplo para o Brasil e para todo o mundo. 


RESISTÊNCIA
Armado de fuzil, bandido ameaça os policiais que avançavam por uma das entradas do Complexo do Alemão, no dia 26. Foto: César Guimarães/UOL/Folhapress

Em uma semana, PM prende 118 em operações no Rio; mortos passam de 50

As operações policiais para tentar conter a onda de violência que atingiu o Rio a partir do dia 21 de novembro resultaram em 118 prisões e na apreensão de 164 armas e 77 granadas ou bombas caseiras, de acordo com balanço parcial da Polícia Militar. No período, ao menos 51 pessoas morreram durante as operações. Deste total, foram 37 mortes de suspeitos registradas pela PM, 7 mortes registrados pela Polícia Civil e 7 registradas pelos hospitais públicos do Rio. 

Segundo balanço da PM, 130 pessoas também foram detidas para averiguação. Durante as buscas, foram apreendidos coquetéis molotov, além de material combustível. Mais de cem veículos foram incendiados em ações criminosas.

Com o apoio das Forças Armadas, a polícia ocupou o Complexo do Alemão praticamente sem resistência dos traficantes na manhã de domingo (28), após uma série de atentados ocorridos na cidade. Na quinta-feira, policiais já tinham entrado na Vila Cruzeiro, favela vizinha ao complexo.

Os militares ainda fazem varredura em casas do Complexo do Alemão e revistam quem entra e quem sai da comunidade.

A presidente eleita, Dilma Rousseff, e o governador Sérgio Cabral devem se encontrar na noite de hoje para discutir as ocupações e os ataques do crime organizado no Rio. 

Apreensões

Após receber denúncias de moradores, a polícia localizou, na manhã desta segunda-feira, uma casa no Complexo do Alemão em cujo porão havia armas. Segundo a polícia, foram apreendidos cinco fuzis, um rifle, duas granadas, munição, carregadores de armas e um colete camuflado.

Como o porão é muito estreito, cachorros serão utilizados para farejar o local e descobrir se há mais material.

UPP

Cabral afirmou que acertou com o Ministério da Defesa a permanência das Forças Armadas nos complexos de favelas do Alemão e da Penha de três a sete meses. Militares do Exército ficarão até que sejam instaladas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) na região.

O governador disse que o acordo ainda é verbal, mas que as questões técnicas serão resolvidas e um documento, assinado.

Após a ocupação, o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, afirmou em entrevista coletiva que a polícia vai permanecer ocupando o Complexo do Alemão, 'o coração do mal' em suas palavras.

Serviços

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, apresentou nesta segunda-feira um pacote de serviços públicos para os complexos de favelas do Alemão, da Penha e para dez bairros da região, ocupados desde domingo por forças policiais. A "invasão de serviços" foi definida numa reunião pela manhã com diversos secretários municipais.

As ações emergenciais, no entanto, ainda aguardam a autorização da Secretaria Estadual de Segurança Pública para que sejam concretizadas.

A vila olímpica do complexo do Alemão servirá de base para a realização dos serviços, para o quais Paes pediu ao Tribunal de Contas do Município agilidade na liberação de verbas e licitações.

Diante de ruas depredadas e da construção de barricadas por traficantes para impedir a entrada das forças policiais, a Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos concentrará esforços na pavimentação e drenagem das vias. A limpeza imediata da área será feita por 600 garis da Comlurb. Depois, a ideia é que cem homens façam a varredura e coleta de lixo permanente da região. Também terá início a limpeza de quatro rios que cortam a área.

Com 14 equipes, a Rio Luz vai restabelecer a energia no local e reformular o sistema de iluminação dos dois complexos. 


Militares patrulham vias do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio

O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, anunciou nesta segunda-feira, dia 29 de novembro, um plano de cooperação internacional, envolvendo Peru e Bolívia, para combater o narcotráfico não só no Brasil, mas em todos os países da América do Sul. "Chegou a hora de um plano de combate ao crime organizado na América do Sul", afirmou o ministro ao tratar do acesso de traficantes do Rio de Janeiro a drogas e armamentos.

Barreto concedeu a entrevista ao lado do ministro do Interior boliviano, Sacha Lorenty. Eles se reuniram para discutir políticas de fronteiras e ações conjuntas, que poderá resultar na assinatura de um acordo de cooperação entre países da América do Sul.

De acordo com Barreto, o governo também vai já conversou com representantes da Argentina e do Paraguai e vai se reunir com autoridades do Peru, Colômbia, Venezuela e Uruguai.

A ideia, segundo o ministro, é garantir a integração, mas também o firme combate ao tráfico de drogas e armas nas regiões de fronteira.

Integração

De acordo com Barreto, mesmo se todos os policiais disponíveis fossem colocados nas fronteiras ainda há a possibilidade de entrada de drogas e armas por via aérea. “A integração entre toda a América do Sul, com um sistema eficiente de proteção, é o melhor caminho para um efetivo combate ao crime nos 16 mil quilômetros quadrados de fronteira do Brasil e em toda a região”, concluiu o ministro, lembrando a importância do uso da tecnologia e da inteligência.

O ministro afirmou que o Brasil vai enviar uma equipe técnica à Bolívia para ajudar no treinamento de agentes para combater o tráfico de drogas e de armas.

Ele defendeu uma ação “dura e firme” das Forças de Segurança no combate ao crime organizado no Rio, mas aliada à política de pacificação das comunidades com maiores índices de violência. “Essa é a linha de segurança pública que temos que ter no Brasil, a política de pacificação”, afirmou.

Plano municipal

Ainda nesta segunda-feira, o prefeito do Rio, Eduardo Paes anunciou um conjunto de ações para os Complexos do Alemão e da Penha, incluindo melhoria nos serviços e obras de urbanização.

A prefeitura terá duas bases operacionais - uma na Vila Cruzeiro e outra no Complexo do Alemão - que funcionarão como uma espécie de quartel-general dos serviços municipais, servindo de apoio aos funcionários e de referência para população.

Paes disse também que vai assinar um decreto municipal tornando o dia 28 de novembro o da refundação da cidade. “É uma data histórica para o Rio, o Estado e o país. Nada mais justo.”

Cronologia dos confronto no Rio de Janeiro


DOMINGO (21/11)* 2 veículos são incendiados e 1 carro da Aeronáutica é metralhado na Linha Vermelha por homens armados com fuzis
* Outros dois ataques ocorrem na Pavuna e em Laranjeiras
SEGUNDA-FEIRA (22/11)* 4 veículos incendiados
* 1 ataque a cabine blindada da PM no Irajá, na zona norte do Rio
TERÇA-FEIRA (23/11)* Na madrugada, quatro são flagrados em Copacabana colocando bombas em carros
* PM inicia operações em 18 favelas em toda a cidade
* Dezenas de veículos queimados à noite
QUARTA-FEIRA (24/11)* 31 veículos incendiados, maior parte na zona norte do Rio
* 50 homens do Bope entram na favela Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha
QUINTA-FEIRA (25/11)* 37 veículos incendiados
* 1 ataque a posto de polícia em Mesquita
* Operação conjunta do Bope, das polícias Militar e Civil, com apoio logístico da Marinha, expulsa o tráfico da Vila Cruzeiro
* Debandada dos traficantes para o vizinho Complexo do Alemão é transmitida ao vivo pelas TVs
SEXTA-FEIRA (26/11)* 9 veículos queimados
* 800 homens da Brigada Paraquedista do Exército entram na guerra contra o tráfico e iniciam cerco ao Complexo do Alemão
SÁBADO (27/11)* 4 veículos incendiados em dois pontos diferentes de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense
DOMINGO (28/11)* cerca de 30 presos
* 40 toneladas de maconha apreendidas
* cerca de 50 fuzis apreendidos
* 10 mil munições apreendidas
* mais de 50 coletes à prova de bala apreendidos
SEGUNDA-FEIRA (29/11)* 5 presos
* 31 armas apreendidas
* 54 granadas e explosivos apreendidos
* diversas peças de carros roubados encontradas

Fontes: Revista Época | BBC Brasil | Jornal Folha de S. Paulo


Foonte da publicação: http://www.passeiweb.com/saiba_mais/atualidades/1291204564